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Breve Historia dos Tratamentos com Imãs maio 31, 2009

Posted by Raúl Landini in bem-estar, bibliografia, Biomagnetismo, Saúde, terapia alternativa.
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gaussMuitas culturas ancestrais, entre as que encontramos a china, hindu,, a árabe, a hebreia e as antigas dinastias egípcias utilizavam imãs pelas suas propriedades terapêuticas. A lenda conta que Cleopatra, para retrasar o processo de envelhecimento dormia com uma pedra imã sobre a testa, No seculo III A.C., Aristoteles escreveu acerca das propriedades curativas dos imãs naturais, que chamaba de “imãs brancos”.

No seculo I D.D., Plínio o velho, historiador romano, falo sobre a utilização dos imãs para curar problemas oculares. durante o mesmo seculo, alguns geomânticos chineses começaram documentas os efeitos sutis do campo magnético terrestre na saúde humana logo de utilizar bruxulas de grande precisão para a exploração das condições geomagnéticas.

No seculo II, o celebre medico Galeno recomendava o empleio de imãs para tratar a pressão de ventre e diversos transtornos de dor. No seculo IV, Marcel, o filosofo medico Frances, aconselhava levar um imã ao redor do pescoço para aliviar as dores de cabeça. No seculo VI, Alexandro de Tralles utilizava imãs para tratar dores nas articulações.

Depois, durante o seculo X, o medico islâmico Ibn Sina, também conhecido como Avicena, afirmou que era capaz de tratar a depressão mediante a terapia magnética.

Ao redor do ano 1000, um medico documento a utilização de imãs para aliviar dolências com ao gota e espasmos musculares.

Um grande numero de médicos e sanadores utilizaram imãs para curar diversos problemas médicos até o século XVI, quando o celebre medico Paracelso não só defendeu pelos capacidade dos imãs de tratar transtornos específicos, se não que alem disso escreveu com detalhes os diversos efeitos curativos das polaridades magnéticas nos seres vivos.

Paracelso foi um dói primeiros em postular que a própria terra é uma grande imã. Nas suas obras sobre a terapia magnética, Paracelso defendia que o “imã é o rei de todos os segredos”.

Em 1977 a real sociedade francesa de medicina analizou os estudos sobre Curaçao magnética realizados por um abad chamado Lê Noble. Seus informes sobre os efeitos dos tratamentos magnéticos foram tão favoráveis que concluíram que o imã parecia destinado para desenvolver um papel tão importante na pratica e teorias medicas como o que estava começando a ter no campo da física experimental.

Curiosamente, alguns poucos anos depois essa mesma entidade condeno a obra sobre “magnetismo animal de Franz Anton Mesmer , quem utilizava passes magnéticos” nos seus paciente ao mesmo tempo que aplicava a energia do “magnetismo humano” por contraposição as pedras imãs magnéticas. Mesmer entendia a curação magnética segundo uma teoria astrológica que disse que o sol e a lua e inclusive a terra possuem energias magnéticas sutis.

Que podem influir no sistema nervoso humano e proporcionar energia ao corpo. As teorias de Mesmer se assemelhavam muito as de Paracelso. Os dois afirmavam que existe um fluido magnético ou uma força da natureza invisível e sutil que troca-se entre o céu e a terra, e dita força magnética pode curar e proporcionar energia aos seres vivos.

Mesmer estava convencido que o ser humano possui uma classe de magnetismo especifico, que ele denomino “magnetismo animal” para distinguirlo das limaduras de ferro o “ferromagnetismo”. Continuo a sua labor desenvolvendo técnicas que permitiram captar e utilizar ese tipo de energia com o objeto de curar os seus pacientes.

Mesmer acostumava substituir a energia dos imãs permanentes que tinha utilizada pelo seu próprio magnetismo animal. Se bem não foi compreendido durante a sua época, no século XX os investigadores tem achado provas de que tal vez Mesmer não se encontrava tão longe da verdade em relação as suas afirmações sobre o magnetismo animal.
Os estudos efetuados nos últimos 30 anos tem demostrado uma notável similitude entre os efeitos biológicos beneficiosos das mãos de um sanador e os efeitos terapeuticos dos imãs permanentes nos seres vivos.
tão só oitenta anos depois, o famoso químico francês Louis Pasteur documento os descobrimentos que tinha realizado em relação aos efeitos dos imãs no processo da fermentação. Pasteur também desenvolveu um tratamento para a raiva. Assim como no processo de esterilização do leite (pasteurização).
Pasteur se precatou que se colocava um imã perto de uma vazia de fermentação cheia de frutas (tal qual como se utiliza na produção de bebidas alcoólicas), o processo de fermentação era mais rápido. Naquela mesma época Samuel hahnemann, o criador da homeopatia, também experimentou com os imãs com fins terapêuticos e acabou defendendo o uso dos imãs para trata um grande numero de transtornos da saúde.

O maior defensor da terapia magnética durante a segunda metade do século XIX foi o doutor C.,J. Thacher. Este medico explicava que a energia da vida vinha da força magnética do sol e era conduzida a traves do sangue devido ao seu alto conteúdo em ferro. Aproximadamente um século depois, em 1954, Linus Pauling recebeu o premio nobel de Química pelos seus descobrimentos sobre as propriedades magnéticas da hemoglobina, uma substancia presente no sangue que contem ferro.
A mediados do século XX, o interes pela Curaçao magnética aumento rapidamente em paises como índia, Rússia e Japão.

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